segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A DIVISÃO DO REINO DE ISRAEL

A DIVISÃO DO REINO DE ISRAEL :



Salomão foi um rei de obras grandiosas, gerando também grandes despesas. Para pagamento destas despesas o povo teve de arcar com mais impostos. Após morte do rei o povo se dirigiu ao sucessor, Roboão, pedindo a redução dos pesados encargos colocados sobre eles. Roboão seguindo o conselho de seus amigos jovens disse que em seu reino o jugo seria mais pesado que o de seu pai. Após essa decisão de Roboão o povo se negou a continuar sendo governado por ele. Levantaram como rei de Israel Jeroboão, ficando sob as ordens de Roboão apenas as tribos de Judá e Benjamim (1 Re 12). Sendo assim o reino de Israel ficou dividido, formando Judá e Benjamim o reino do Sul e o restante das dez tribos o reino do Norte.

Com a divisão, a geografia cooperou para o desenvolvimento independente de cada tribo. A tribo de Judá não se comunicava com as tribos do Norte em razão da largura e profundidade do vale do Soreque, na região central de Israel. A oeste estavam os filisteus; ao sul, o perigoso deserto do Neguebe e também as populações nômades da região, sempre hostis a estrangeiros; a leste havia o mar Morto. Assim Judá era a tribo mais isolada de Israel, portanto a mais sujeita ao sentimento de liberdade.

O sucessor de Salomão, seu filho Roboão, reinou por dezessete anos (931-913 a.C.). O perfil geral de Roboão é descrito da seguinte maneira: “Fez ele o que era mal, porquanto não dispôs o coração para buscar ao Senhor” (2 Cr 12.14). As Escrituras Sagradas indicam que Roboão e seus compatriotas atingiram o mais baixo nível de comportamento idólatra. Estabeleceram lugares altos e postes-ídolos de Aserá, além de se envolverem em rituais de prostituição sodomita.

O povo das dez tribos aclamou Jeroboão como monarca do recém-formado reino. O rei imediatamente estabeleceu sua capital em Siquém, uma localidade considerada santa por todos os habitantes de Israel. O novo rei estabelecido havia recebido a promessa de uma dinastia eterna caso permanecesse fiel ao Senhor (1 Rs 11.38). Entretanto, se a situação religiosa de Judá era má, a de Israel tornou-se pior. Jeroboão mandou estabelecer santuários em Betel e Dã, tornando essas cidades centros de adoração pagã. Assim seu reino se tornou o modelo de iniquidades para sempre, com o qual os futuros reis malignos de Israel seriam comparados (1 Rs 16.2, 3.19). Jeroboão violou os mandamentos de Deus e a aliança com Yahweh, seguindo outros deuses e rejeitando o Deus de Israel. Portanto, Yahweh findaria a dinastia de Jeroboão rapidamente e transportaria Israel para além do rio Eufrates, em consequência de seus pecados.

Em várias ocasiões os dois reinos lutaram entre si competindo pelo controle da região. Porém, os laços da tradição antepassada eram muitos fortes, fato que os manteve unidos, muitas vezes em ocasiões de perigo (1 Rs 14.30). Uma diferença marcante entre ambos os reinos foi a perpetuação no Sul de uma dinastia única, a davídica, enquanto no Norte se levantaram cinco diferentes dinastias no curto período de 210 anos.

Esse fenômeno se deu por causa do papel religioso desempenhado pelos reis da dinastia davídica, o que levou a uma associação entre o javismo, religião dos israelitas antes do exílio na Babilônia, cuja consequência posterior foi a esperança messiânica do período pós-exílico.

REINO DO NORTE

O Reino do Norte (Israel) era menos estável politicamente que o Reino do Sul (Judá), Sua duração mais curta como nação independente (209 anos) e a violência ligada à sucessão ao trono comprovam esse fato. O historiador de Reis considerou “maus” todos os dezenove governantes de Israel, porque perpetuaram o culto ao “bezerro de ouro” de Jeroboão. A medida de duração do reinado de um monarca israelita era de apenas dez anos, e nove famílias diferentes reivindicaram o trono. Para chegar ao trono, o carisma era tão útil quanto a ascendência, mas não era garantia de preservação; sete reis foram assassinados, um cometeu suicídio, um foi ferido por Deus e outro foi deposto e levado para Assíria.

A palavra final do destino de Israel é encontrada no capítulo 17 versículos 22 a 23 de 2 Reis “Assim andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha feito; nunca se apartaram deles; Até que o SENHOR tirou a Israel de diante da sua presença, como falara pelo ministério de todos os seus servos, os profetas; assim foi Israel transportado da sua terra para a Assíria, onde permanece até o dia de hoje. E o rei da Assíria trouxe gente de Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate e Sefarvaim, e a fez habitar nas cidades de Samaria, em lugar dos filhos de Israel; e eles tomaram a Samaria em herança, e habitaram nas suas cidades”.

REIS DE ISRAEL APÓS A DIVISÃO

Para esta época, a maioria dos historiadores segue as seguintes cronologias : As data são A.C :

JEROBOÃO - 931-910
NADABE - 910-909 - foi assassinado
BAASA  - 909-886
ELÁ - 886-885 – foi assassinado
ZINRI - 885 - suicidou-se
ONRI -  885-874
ACABE - 874-853
ACAZIAS -  853-852
JORÃO -  852-841 – foi assassinado
JEÚ -  841-814
JEOACAZ -  814-798
JEOÁS - 798-782
JEROBOÃO II -  782-753
ZACARIAS -  753 - foi assassinado
SALUM - 752 -  foi assassinado
MENAÉM - 752-742
PECAÍAS - 742-740 – foi assassinado
PECA - 740-732 – foi assassinado
OSÉIAS - 732-722 – foi deposto pelo rei da Assíria, Salmaneser.
Oséias foi o último rei de Israel.

REINO DO SUL

O Reino do Sul persistiu por mais de um século e meio que o Reino do Norte (cerca de 345 anos). Ao contrário de Israel, os reinados dos dezenove reis e uma rainha em Judá, tiveram duração média de mais de dezessete anos. A dinastia de Davi foi a única a reivindicar o trono do Sul, realçando a estabilidade política. O reinado terrível da rainha Atália foi a única interrupção da sucessão davídica. No entanto em Judá também ocorreram intrigas políticas, pois cinco reis foram assassinados, dois foram feridos por Deus e três foram exilados. O historiador de Reis relatou que oito monarcas de Judá foram “bons” porque seguiram o exemplo de Davi e obedeceram a Javé. Foram eles: Asa, Josafá, Joás, Amazias, Uzias, Jotão, Ezequias e Josias.

Os reis Ezequias e Josias são idealizados como personagens semelhantes a Davi e Salomão porque purificaram a templo e restauraram a adoração adequada em Jerusalém.

O Reino do Sul também foi levado cativo, por não obedecerem aos mandamentos do Senhor: “E queimaram a casa de Deus, e derrubaram os muros de Jerusalém, e todos os seus palácios queimaram a fogo, destruindo também todos os seus preciosos vasos. E os que escaparam da espada levou para Babilônia; e fizeram-se servos dele e de seus filhos, até ao tempo do reino da Pérsia. Para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias, até que a terra se agradasse dos seus sábados; todos os dias da assolação repousou, até que os setenta anos se cumpriram” (2 Cr 36.19-21).

Com um desfecho melhor que Israel, o povo de Judá voltou para sua terra, cumprindo-se assim a promessa do Senhor de que da raiz de Davi nasceria o redentor. Por isso Ciro rei da Pérsia permitiu aos judeus retornarem a Jerusalém, conforme narrado pelo escritor do livro das Crônicas: “Porém, no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR pela boca de Jeremias), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá. Quem há entre vós, de todo o seu povo, o SENHOR seu Deus seja com ele, e suba” (2 Cr 36.22-23).

REIS DE JUDÁ APÓS A DIVISÃO
Para esta época, a maioria dos historiadores segue as cronologias a seguir :   As data são A.C :

ROBOÃO - 931-913
ABIAS - 913-911
ASA - 911-870
JOSAFÁ - 870-848
JEORÃO - 848-841 – foi assassinado
ACAZIAS - 841-841 – morto por Jeú rei de Israel
ATÁLIA - 841-835 – foi assassinada
JOÁS - 835-796 – foi assassinado
AMAZIAS - 796-767 – foi assassinado
UZIAS (AZARIAS) - 767-740
JOTÃO - 740-732
ACAZ - 732-716
EZEQUIAS - 716-687
MANASSÉS - 687-643
AMOM - 643-641 – foi assassinado
JOSIAS - 641-609 – morreu em batalha
JEOACAZ - 609 – deposto pelo Faraó Neco
JEOAQUIM - 609-598
JOAQUIM - 598 – deposto pelos babilônios
ZEDEQUIAS - 598-586 – deposto pelos babilônios

Zedequias foi o último rei de Judá, foi levado preso para a Babilônia. 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

LEVANDO LIBERAIS A SÉRIO:

LEVANDO LIBERAIS A SÉRIO:
Temos que levar os liberais a sério e entender muito bem aquilo em que acreditam. Para eles, a verdade evolui, cresce e muda. E não somente ela, mas nosso entendimento da mesma evolui a ponto de certezas anteriores poderem ser substituídas por novas e contraditórias verdades. Assim, as crenças de ontem não servem para hoje. Liberais realmente acreditam que a fé professada pela Igreja Cristã durante dois mil anos está equivocada e ultrapassada, no todo ou em parte. Acreditam sinceramente que é preciso reinventar a Igreja, refazer a teologia dos pés à cabeça, reformular os antigos credos, criar novas formas litúrgicas e adotar novas posturas em relação à ciência, a cultura e as outras religiões. E desse ponto de vista, os maiores inimigos da verdade são os conservadores, os fechados, obtusos, intransigentes e fundamentalistas que se entrincheiraram nas denominações e seminários e teimam em conservar antigas crenças.
O que o liberalismo propõe não é um remendo do Cristianismo. É uma substituição.
Senão, vejamos. O liberalismo teológico crê que a Trindade e a divindade de Jesus Cristo são frutos da invasão da filosofia grega na teologia cristã nascente, que Deus não se revelou de forma proposicional, que talvez ele seja imanente e não mais transcendente, que a Bíblia é apenas o testemunho escrito (e falível) da fé de Israel e da Igreja primitiva, que Paulo deturpou o cristianismo simples de Jesus e dos Doze apóstolos e inventou a doutrina da justificação pela fé em Cristo. Paulo também inventou que Jesus morreu pelos nossos pecados e ressuscitou fisicamente de entre os mortos. Acreditam que no momento em que a Igreja Cristã começou a elaborar credos e confissões ela se desviou do cristianismo simples do Jesus histórico e nos deu um Cristo da fé, processo que já teria começado com os apóstolos, especialmente Paulo. Acreditam que a Igreja Cristã se perdeu completamente na interpretação da Bíblia através dos séculos e que somente com o advento do Iluminismo, do racionalismo e das filosofias resultantes é que se começou a analisar criticamente a Bíblia e a teologia cristã, expurgando-as dos alegados mitos, fábulas, lendas, acréscimos, como os mitos da criação e do dilúvio, personagens inventados como Adão e Moisés, etc.
Ainda que nem todos os pontos acima sejam professados por todos os liberais, eles expressam razoavelmente o que o liberalismo em geral acredita. E como se pode ver, liberalismo não é Cristianismo, apesar de usar sua forma e linguagem.
Os liberais acreditam que sua missão é permanecer nas igrejas e seminários e lutar por mudanças. Eles têm uma missão, um sonho, um ideal. O messianismo liberal tem como alvo iluminar os ignorantes presos nas trevas da tradição e libertar a Igreja dos obtusos, obscurantistas e inimigos do progresso da verdade. Lutarão até o fim para isso. Não se sentem compelidos a sair de suas denominações. Acham legítimo usar os recursos delas nessa cruzada santa. Até porque, não têm outra forma de suporte ou sustento.
Muitos evangélicos de hoje não conseguem ver a diferença entre liberalismo e Cristianismo. A razão, em parte, é que os liberais continuam a usar as estruturas eclesiásticas tradicionais e o vocabulário cristão tradicional, embora com outro sentido. Outra razão é a falta de convicções doutrinárias do evangelicalismo brasileiro, minada pelo pragmatismo e relativismo de nossa época.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Evangelismo Sem Apelo

Na verdade, minha igreja tem um costume histórico de fechar o culto com um apelo a vir ao altar para se unir à igreja, a entregar a vida novamente ao Senhor ou a fazer uma profissão de fé pública. De fato, muitos dos membros chegam a entender que o apelo é o meio primário que a igreja usa para alcançar os perdidos. Eles vêem o apelo como sinônimo de evangelismo.
Por que não fazer apelo?
Tenho certeza de que muitos que fazem apelo têm as melhores intenções. No início dos anos noventa, eu frequentei uma igreja cujo pastor terminava o culto convidando cada um na congregação a fechar os olhos e curvar as cabeças. Em seguida, ele convidava qualquer um que quisesse receber a Cristo a levantar a mão e olhar para o púlpito. Por cerca de trinta segundos o pastor observava o salão, notava as mãos levantadas e, com uma voz calma e tranquilizante, dizia: “Sim, irmão, eu vejo você. Muito bom, irmã. Amém”, etc. Creio que esse pastor queria o melhor para aqueles desejosos.
No entanto, estou convencido de que o apelo faz mais mal do que bem. A prática de conceder às pessoas imediata garantia de salvação — sem ter o trabalho de testar a credibilidade da profissão delas — parece, na melhor das hipóteses, insensata, e na pior, escandalosa. É insensata porque o pastor não é capaz de conhecer suficientemente a pessoa que ele está prestes a afirmar como cristã. É escandalosa porque substitui a porta estreita e apertada designada pelo nosso Salvador (Mc 8.34; Mt 7.14) por uma porta larga e espaçosa designada por nós. Com a melhor das intenções, aqueles que praticam o apelo deram a pessoas não salvas a falsa confiança de que elas realmente conhecem Jesus. [1]
Mas isso não é tudo. O apelo tem a tendência de colocar o foco da congregação no lugar errado. Após a Palavra ser pregada, tanto membros quanto visitantes devem examinar seus próprios corações. Todos devem dar séria atenção a como a mensagem o chama a responder. Contudo, o apelo, ironicamente, tende a produzir a resposta oposta. Em vez de autoexame, ele leva ao exame dos outros. As pessoas olham para os lados imaginando quem irá à frente. E se ninguém se move? Imagina-se que o pastor falhou? Ou pior, que Deus tirou o dia de folga?
Essas são apenas algumas razões pelas quais penso que é insensatez usar o apelo como evangelismo.
 Como evangelizar sem apelo
Como um pastor que rejeita o apelo deve pensar sobre evangelismo em um culto público? Em outras palavras, como um culto marcado pelo zelo evangelístico deve se parecer? Aqui vão sete respostas pelas quais me empenho ao máximo nos cultos que dirijo:
1. Seja diligente
Seja diligente. Embora não haja nada mais importante para um pregador do que a fidelidade à verdade do evangelho, a diligência deve vir logo após. Deus usa homens cujos corações são convencidos pela tragédia do pecado e a realidade da salvação. Até que a doutrina da maravilhosa graça de Deus tenha se estabelecido no sangue do pregador, ela nunca flamejará em seus lábios.
2. Seja claro a respeito do evangelho
Seja claro a respeito do evangelho. Toda passagem da escritura é um texto do evangelho. Em todo livro de Ester, o nome de Deus nunca é mencionado, e ainda assim sua obra está em cada página. Um pastor que quer ver pecadores salvos ensinará fielmente a Bíblia, mostrando à sua congregação como a pessoa e a obra de Cristo é o assunto de cada texto.
3. Chame as pessoas ao arrependimento e à fé
Chame as pessoas ao arrependimento e a crer. Existe um lugar em cada sermão em que o pastor deve convidar os pecadores a encontrar esperança em Cristo. Tão frequentemente ouço sermões que terminam com um chamado à mordomia, um chamado ao risco, um chamado à fidelidade — mas nem sequer uma vez um chamado a Cristo. O pregador deve cuidadosa e apaixonadamente instar seus ouvintes a arrepender-se e crer nas boas novas, a submeter suas vidas ao Cristo Rei.
4. Crie espaço para conversas de acompanhamento
Crie espaço para conversas de acompanhamento. Quando eu prego o evangelho durante meus sermões, quero que os incrédulos saibam que estou ansioso para falar mais da fé que acabo de compartilhar. Assim, me disponibilizo após o culto para conversar a respeito do evangelho e suas implicações.
Outros pastores com os quais tenho conversado convidam os desejosos a uma sala especial após o culto para orar ou conversar. Spurgeon disponibilizava duas tardes de terça-feira por mês para aconselhar desejosos e recém-convertidos. [2] Como quer que você decida fazer, dê oportunidades para as pessoas conversarem mais pessoalmente a respeito do que você acaba de pregar.
5. Ofereça estudos evangelísticos
Ofereça estudos evangelísticos. Eu frequentemente aviso aos desejosos que eles estão convidados a comparecer a um estudo curto e franco que explica as bases da fé cristã. O estudo que eu uso é o DISCIPULADO, um estudo de treze semanas . Cheguei à conclusão de que essa é uma introdução inestimável ao evangelho. De fato, o treinamento em como liderar esse estudo se tornou uma classe de extrema importância em minha igreja.
6. Dê muita importância aos batismos
Dê muita importância aos batismos. É claro, batismos já são muito importantes. Nós devemos reconhecer que cada batismo é uma oportunidade de mostrar à congregação que Deus está operando ao edificar sua igreja.
Em nossa igreja, nós pedimos que cada candidato ao batismo compartilhe seu testemunho com a congregação. Eu nunca exigi isso, mas ninguém nunca disse não. Esses novos cristãos são ardentes para testificar da graça de Deus, e os desejosos são levados a questionar sua própria resposta ao evangelho.
7. Ore
Finalmente, ore. Na oração pastoral e até na oração final, eu regularmente oro para que os desejosos se arrependam e creiam no evangelho. Eu oro para que eles submetam suas vidas a Cristo, vencendo quaisquer obstáculos que veem no caminho. Eu oro para que Deus se faça conhecido por atrair para si pecadores hoje mesmo.
Como você pode observar, eu não faço apelo na igreja em que sirvo, mas eu apelo todo domingo que pecadores venham a Cristo. Que desejemos ver santos em nossas congregações encorajados pelo evangelho e desejosos convencidos de sua necessidade de se arrepender e crer nas boas novas de Deus.

terça-feira, 29 de julho de 2014

O que é teologia sistemática e por que ela é importante ?

  No mundo evangélico temos dificuldades para fazer as pessoas se interessarem por qualquer estudo de teologia, ainda mais adicionando esse adjetivo um tanto bizarro: sistemática. A expressão é tão estranha à nossa gramática quanto o conceito é estranho à nossa cultura. Todos nós, profissionais e leigos, precisamos aprender os abecês da teologia sistemática.

Teologia Sistemática é um Estudo Ordenado da Bíblia

Nós começamos com a seguinte premissa básica: teologia sistemática é teologia que é sistemática. É menos narrativa, menos história, menos orgânica, todos os termos-chave da nossa era pós-moderna. É o estudo das coisas de Deus de uma maneira sistemática e ordenada, onde não apenas consideramos o que esse e aquele texto dizem, mas onde consideramos tudo o que a Palavra diz sobre a revelação, depois tudo o que a Palavra nos diz sobre quem Deus é, depois tudo o que a Palavra nos diz sobre quem Jesus é, e depois tudo o que ele fez por nós. Depois, a teologia sistemática prossegue para considerar a doutrina do homem, do pecado, da santificação, dos sacramentos, da igreja e do fim dos tempos. Teologia sistemática é uma maneira de olhar para a revelação de Deus que fortemente afirma a coerência e consistência de tudo o que Deus revela. É uma tentativa de colocar todos os textos em seu contexto último — todos os outros textos.

Entender Teologia nos Mantém Mais Seguros

Sua importância é dupla. Primeiro, ela nos mantém mais seguros. Por ser a Bíblia verdadeira em tudo o que ela ensina, por ela ser um livro, uma maneira pela qual podemos saber se estamos entendendo incorretamente parte dela é analisando se o nosso entendimento contradiz o entendimento de outra parte dela. A sistemática é como a polícia da verdade, nos parando na estrada quando as nossas conjecturas nos levam em direção ao perigo. É a cerca que impede que as ovelhas vaguem por aí.

Entender Teologia nos Ajuda a nos Alegrarmos na Glória de Deus

A segunda razão pela qual a sistemática é importante é frequentemente negligenciada mesmo por aqueles que amam teologia sistemática. Quando feita devidamente, a teologia sistemática tem a capacidade de abrir os nossos corações e mentes para que possamos ver mais plenamente e nos alegrarmos mais profundamente na glória de Deus. Quando estamos mais interessados na engenhosidade do nosso sistema do que na glória do Theos, estamos fazendo errado. Em outras palavras, a santidade de Deus é uma boa coisa a se estudar. Mas se o nosso estudo termina com uma orgulhosa postura intelectual, se saímos do estudo nos achando muito inteligentes, nós fizemos um péssimo estudo. Enquanto o resto do mundo evangélico parece estar sujeito e determinado a buscar zelo sem conhecimento (Rm 10:3), temo que nós tenhamos aprendido a ser céticos quanto ao zelo ao invés da ignorância. A resposta ao zelo sem conhecimento nunca é conhecimento sem zelo, mas zelo inspirado, orientado e informado pelo conhecimento.
Estudar a santidade deve levar ao arrependimento. Estudar a salvação deve levar à gratidão. Estudar o fim dos tempos deve levar à esperança. Precisamos estudar para nos aperfeiçoarmos, isto é, para que produzamos o fruto do Espírito. A sistemática não é um esforço árido, mas em vez disso deve ser um fertilizante para o fruto do Espírito. Conhecer a Deus é vida. Estudá-lo, portanto, é saúde.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Maturidade Espiritual - Processo de Crescimento

Maturidade Espiritual – A maturidade espiritual é um processo que começa quando uma pessoa aceita a Jesus Cristo como Salvador. Ele ou ela nasce de novo do Espírito Santo e, em seguida, escolhe viver "em Cristo". O apóstolo Paulo disse que o crescimento espiritual é um processo contínuo. "Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:12-14). Nem mesmo o apóstolo Paulo tinha alcançado o alvo final, mas ele constantemente seguia adiante rumo ao prêmio.

Portanto, para que a maturidade cristã se desenvolva em sua vida, você deve fazer uma escolha de aprender a Palavra de Deus, permitir que Deus renove a sua mente, e em seguida, ser obediente ao que você aprendeu. Romanos 12:1-2 diz: "Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus".

Maturidade Espiritual – Alcançando o crescimento

Quais são as marcas da maturidade espiritual? A maturidade espiritual é aprender a caminhar em obediência a Deus. É fazer a escolha de viver pelo ponto de vista de Deus ao invés do seu ponto de vista humano. Gálatas 5:16 e 25 nos ensinam: "Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito." A palavra "andar" no versículo 16 vem da palavra grega peripateo, que significa "andar com um propósito em vista". A palavra "andar" no versículo 25 é traduzido de uma outra palavra grega stoicheo e significa "passo a passo, um passo de cada vez". É aprender a andar sob a instrução de outra pessoa. Essa pessoa é o Espírito Santo. Já que os crentes são habitados pelo Espírito, eles também devem andar sob o Seu controle.

Como você pode aprender a andar no controle do Espírito Santo? Você estuda a Palavra de Deus! 2 Timóteo 2:15, 3:16-17 nos instrui: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra." Essas são instruções boas e práticas sobre como se tornar espiritualmente maduro. Não é feito por osmose, mas é feito ao escolher aplicar a Palavra de Deus às circunstâncias cotidianas. Ao andar aplicando a Palavra de Deus passo a passo em sua vida, você vai crescer espiritualmente.

Maturidade espiritual deve ser uma prioridade para você. "Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal" (Hebreus 5:13-14). Como um seguidor de Cristo, você não deve se alimentar apenas de leite. Em vez disso, você é convidado a mastigar a "carne" da Palavra de Deus. Descubra a verdade de Deus através de um estudo aprofundado da Bíblia e alimente-se espiritualmente. Em seguida, aplique esse estudo à sua vida à medida que você anda no Espírito Santo.

Maturidade Espiritual – Vivendo em Cristo

A fim de experimentar da maturidade espiritual, você deve também compreender que o crescimento vem da graça de Deus e só Deus é o seu recurso. 2 Pedro 1:3-9 nos lembra que Deus é a fonte. "Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo, por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora."

Ao se tornar um filho de Deus, você recebeu tudo de que precisa "em Cristo" para se tornar um crente que amadurece espiritualmente. No entanto, você é responsável por fazer uma escolha! Você vai escolher utilizar e aplicar os princípios de Deus para a sua vida? A coisa maravilhosa sobre estar em submissão ao processo de maturação de Deus é que sua vida será transformada! Você não precisa se preocupar sobre ficar maduro. Deus faz a mudança! Ele vai te transformar à imagem de Jesus Cristo quando você humildemente se rende ao Seu Espírito Santo e aprende a Sua Palavra.

Hebreus 13:20-21 diz: "Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança, vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém!"

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A DIFERENÇA ENTRE EVANGELHO E EVANGELICALISMO


I Co. 15: 1 a 8 - "Ora, eu vos lembro, irmãos, o evangelho que já vos anunciei; o qual também recebestes, e no qual perseverais, pelo qual também sois salvos, se é que o conservais tal como vo-lo anunciei; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundoas Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; que apareceu a Cefas, e depois aos doze; depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormiram; depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos; e por derradeiro de todos apareceu também a mim, como a um abortivo."
Gl. 1: 6 a 12 - "Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho, o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens; porque não o recebi de homem algum, nem me foi ensinado; mas o recebi por revelação de Jesus Cristo."
Ao pé da letra, evangelho significa "boa mensagem", "boa notícia" ou "boas-novas", visto que tal vocábulo é derivado da palavra grega 'εvαγγέλιον', 'euangelion' ('eu' = bom, e 'angelion' = mensagem ou mensageiro). No primeiro texto, o apóstolo Paulo demonstra, na essência, o que é o evangelho puro. O verdadeiro evangelho é anunciado, recebido e perseverado pelos que o ouvem e o recebem para a salvação. Há muitos que ouvem e recebem a pregação do evangelho, mas não para a salvação. No evangelho puro, não se admitem mutações, adaptações, ilações, injunções, conjecturas, sofismas ou reinvenções do que já foi anunciado. Requer que seja recebido por fé e não por circunstâncias. 
Ao que anuncia o verdadeiro evangelho é exigido,  que, também, o tenha recebido sem adulterações. Nada no evangelho escriturístico é produzido pela vontadehumana, pela teologia humana, pela religião humana. O evangelho produzido pela ação sinérgica do homem, para nada aproveita, senão para produzir religiões baratas, enganadores e enganados. 
O genuíno evangelho é fruto da morte substitutiva e inclusiva de Cristo, segundo as Escrituras. Isto implica em que não é segundo as concepções humanas, mas segundo a Palavra de Deus. Por esta razão é que o verdadeiro evangelho só poderá ser recebido, jamais produzido pela sabedoria humana que é terrena, almática e diabólica conforme Tg. 3:15 - "Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica." Por mais bem intencionada que seja a mente humana, estará originalmente contaminada pela natureza pecaminosa inoculada no homem desde as suas origens ancestrais. O evangelho de Cristo é registrado em palavras escritas por mão humanas, mas transmitido e recebido por fé, porque a fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. O homem naturalnão possui inclinação alguma para o evangelho verdadeiro. Possui, outrossim, forte inclinação para a religião exterior, sacrificial, mística e ritualística. Neste ponto é que muitos confundem o verdadeiro evangelho com o falso evangelho. Confundem verdade com religião! Por isto, confundem-se e são confundidos!
As boas novas se inserem na esfera espiritual decidida por Deus antes dos tempos eternos conforme II Tm. 1: 9 e 10 - "... que nos salvou, e chamou com uma santa vocação, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e a graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos, e que agora se manifestou pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual destruiu a morte, e trouxe à luz a vida e a imortalidade pelo evangelho..." Os verbos "salvou" e "chamou" estão no pretérito, portanto, a salvação não depende de quaisquer obras ou ações do homem. Pelo fato de tudo ter sido decidido na eternidade pretérita, é que o evangelho se constitui em "boas-novas". Foi uma decisão bondosa e soberana de Deus concretizada no tempo e na história pela graça mediante a fé, e, ambas procedem d'Ele.  A  novidade do evangelho consiste na verdade plena que, Cristo destruiu a morte espiritual do homem  em sua morte de cruz,  assim também, concedeu a sua vida eterna na ressurreição do regenerado juntamente com Ele.  Paulo mostra que o evangelho é conforme a tudo o que está nas Escrituras e que foi  testemunhado por diversas pessoas. Por Escrituras entendem-se o velho e o novo testamentos, pois um é a concretização do outro.
O denominado evangelicalismo, provém de 'evangélico', e, historicamente se constitui em um movimento teológico e missionarista à margemdo protestantismo histórico. Não está subordinado ou limitado à doutrina reformada. Tal movimento defende a necessidade de o indivíduo passar por uma experiência de conversão, a que chamam comumente de "aceitar Jesus" e afirma ser a Bíblia a sua única base de fé e prática. Há ainda, nas últimas décadas, o aparecimento do cognominado neo-evangelicalismo. Este abriu-se para o liberalismo teológico e tenta suprimir os aspectos sobrenaturais da Bíblia. Confunde-se com o neo-pentecostalismo carismático se afastando cada vez mais do evangelho segundo as Escrituras.
Sabe-se que a conversão é um ato monergístico e não o resultado de uma aceitação voluntária do homem decaído. É Deus quem dá início a todo o processo da conversão e não o  homem. O pecador não possui "livre arbítrio", pois todo o que comete pecado é escravo do pecado e o escravo não é livre. A conversão humana apenas muda o religioso de uma religião para outra, mas não lhe assegura a experiência de nascimento do alto ou de regeneração. Por esta razão há tanta movimentação e ativismo entre seitas e religiões.
O evangelicalismo por vezes se confunde com o fundamentalismo, mas também, por vezes se distancia dele, admitindo a leitura não literal da Bíblia. O evangelicalismo não se preocupa com a crítica textual ou ecdótica (do grego ékdotos = "edito") que visa aproximar o texto bíblico, tanto quanto possível da sua forma original, isto é, da forma registrada pelo autor. A ecdótica trata, portanto, de restituir, por meio de minuciosas regras de hermenêutica e exegese, a forma mais próxima do que seria a redação inicial de um texto, a fim de estabelecer a sua edição definitiva.
O evangelicalismo pragmático dos dias atuais vislumbra um "evangelho" de resultados e não a manutenção da pureza das Escrituras como ensina o apóstolo Paulo. Disputa número de "fiéis", promove grande ênfase aos milagres, defende a  acumulação de bens e o recebimento de bênçãos como manifestação visível da fé. Nada destas coisas é ensinado nas Escrituras como sendo o evangelho verdadeiro. Uma das características do evangelicalismo é tomar os efeitos pela causa e a causa pelos efeitos.
Para atingir os seus objetivos, o evangelicalismo atual apela para qualquer aspecto que exerça influência sobre as massas desorientadas e perdidas em seus dramas. Busca, entre outras coisas, a justiça social ensinando o progresso material como sinal de aprovação divina, prega a massificação do que chama de evangelho, pretende produzir arrependimento exterior no pecador, simula uma certa valorização da Bíblia, porém, apenas como um amuleto místico,  visa encher as igrejas e arrecadar muito dinheiro. Rejeita a aproximação ao protestantismo histórico e reformado, nega a chamada baixa crítica e o ecumenismo. Torna-se, assim, uma espécie de "síndrome de Lúcifer", a saber, magnifica o desejo de ser "deus" nos homens decaídos. Exalta as experiências sensoriais e almáticas como sinal de poder espiritual. Neste sentido os torna mil vezes mais perdidos, pois não lhes mostra o verdadeiro evangelho.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Jesus nos 66 livros da Bíblia :

Jesus nos 66 livros da Bíblia - 

Em Gênesis, Jesus Cristo é a semente da mulher ; Em Êxodo, Ele é o Cordeiro da Páscoa ; Em Leviticos, Ele é o nosso Sacerdote Supremo ; Em Números, Ele é o pilar de nuvem durante o dia, e  pilar de fogo anoite ; Em Deuteronômio, Ele é o Profeta em Moisés ; Em Josué, Ele é  o capitão da nossa Salvação ; Em Juízes, Ele é nosso Juíz, e nos dá a Lai ; Em Rute, Ele é nosso Parente Resgatador ; Em I Samuel e II Samuel, Ele é nosso Profeta confiável ; Em Reis e Crônicas, Ele é nosso nosso Rei Soberano ; Em Esdras, Ele é o reconstrutor das muralhas da nossa vida ; Em Ester, Ele é o nosso Mordecai ; Em Jó, Ele é o nosso Redentor Eterno ; Em Salmos, Ele é nosso Pastor ; Em Provérbios e Eclesiastes, Ele é a nossa Sabedoria ; Em Cantares de Salomão, Ele é o nosso amado Noivo ; Em  Isaías, Ele é o Príncipe da Paz ; Em Jeremias, Ele é o nosso Ramo de Justiça ; Em Lamentações, Ele é o nosso profeta Lamentador ; Em Ezequiel, Ele é o Maravilhoso Homem de quatro faces ; Em Daniel, Ele é o  quarto Homem na fornalha de fogo ; Em Oséias, Ele é um marido Fiel casado para sempre com uma mulher desviada ; Em Joel, Ele é o que batiza com o Espírito Santo e com fogo ; Em Amós, Ele é  o que carrega nosso fardo ; Em Obadias, Ele é poderoso para salvar ; Em Jonas, Ele é o nosso Missionário ; Em Miquéias, Ele é o Mensageiro de belos pés ; Em Naum, Ele é o Vingador da Lei de Deus ; Em Habacuque, Ele é o grito evangelístico de Deus "aviva, ó Senhor, a Tua obra no meio dos anos" ; Em Sofonias,Ele é o nosso Salvador ; Em Ageu, Ele é o Restaurador da herança perdida de Deus ; Em Zacarias, Ele é a Fonte Criada na casa de Davi pelos pecados e impurezas ; Em Malaquias, Ele é o Filho da Justiça se erguendo com cura em suas asas ; Em Mateus, Ele é o Rei dos Judeus, Em Marcos, Ele é o Servo ; Em Lucas, Ele é o Filho do Homem sentindo o que você sente ; Em João,Ele é o Filho de Deus ; Em Atos, Ele é o Salvador do mundo ; Em Romanos, Ele é a Justiça de Deus ; Em I Corintios, Ele é a Rocha Frime ; Em II Corintios, Ele é o Triunfante que dá a Vitória ; Em Gálatas, Ele é a Sua liberdade, Ele te liberta ; Em Efésios, Ele é a cabeça da Igreja ; Em Filipenses, Ele é a sua alegria ; Em Colossenses, Ele é a sua plenitude ; Em I e II Tessalonicenses, Ele é a sua Esperança ; Em I Timóteo, Ele é a sua Fé ; Em II Timóteo, Ele é a sua Estabilidade ; Em Filemon, Ele é o seu Beneficiário ; Em Tito, Ele é a Verdade, Em Hebreus, Ele é a sua perfeição ; Em Tiago, Ele é o poder da sua fé ; Em I Pedro, Ele é o seu exemplo ; Em II Pedro, Ele é a sua pureza, Em I João, Ele é a sua vida ; Em II João, Ele é o seu padrão ; Em III João, Ele é a sua motivação ; Em Judas, Ele é a fundação da sua fé ; Em Apocalipse, Ele é o seu Rei Vindouro. Ele é o primeiro e o último, o início e o final ; Ele é o Criador de tudo ; Ele é o Arquiteto do universo, o melhor de todos os tempos ; Ele sempre foi, Ele é, e sempre  será ; Imóvel, Imútavel, Invencível, e nunca derrotado ; Ele foi machucado, mas trouxe cura, Ele foi perfurado, mais alivia as dores ; Ele foi perseguido, mas trouxe liberdade, Ele esteve morto, mas trouxe a vida ; Ele está vivo e trás vida, Ele Reina e traz a paz ; O mundo não consegue entendê-lo, os exércitos não podem vencê-lo ; Escolas não podem explicá-lo e os líderes não podem ignorá-lo ; Herodes não conseguiu matá-lo, Fariseus não conseguiram confundi-lo ; As pessoas não conseguiram detê-lo, Nero não conseguiu destruí-lo ; Hitler não conseguiu silenciá-lo,  a Nova Era não consegue substituí-lo ; E o mundo não consegue explicá-lo ; Ele é vida, amor, longevidade, e mais... ; Ele é bondade, gentileza, zelo e Ele é Deus ; Ele é Santo, Justo, Poderoso, Puro ; Seus caminhos são corretos, e suas palavras são eternas ; Sua vontade não muda, e a Sua vida está em mim ; Ele é o meu Redentor, Ele é o meu Salvador ; Ele é o meu guia, Ele é  minha paz, Ele é minha alegria ; Ele é o meu conforto, Ele é o meu Senhor ; Ele direciona a minha vida . Ele é Deus.